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União e eficiência por um Rio de Janeiro melhor


18 de outubro de 2017 439 visitas

Deputado Marcelo Matos critica mais uma vez governo do Estado do Rio e defende união de esforços contra a violência

      O deputado federal Marcelo Matos (PHS-RJ) criticou mais uma vez nesta terça-feira, 10, a falta de pulso do governo estadual para combater com eficiência a violência no Rio de Janeiro, desperdiçando recursos destinados pela bancada fluminense. Segundo o parlamentar, a falta de recursos pode ser um dos pontos que afeta a área de segurança pública, assim como outras áreas importantes como saúde e educação.

Imagem inline 1      “Não se pode falar em falta de recursos quando o governo deixa de aproveitar R$ 25 milhões destinados por emendas orçamentárias de bancada, por falta de uma contrapartida de apenas 500 mil reais”, disse Marcelo Matos. Este montante seria destinado a revitalizar o Estado e contribuir para o fortalecimento da segurança no Rio. “É um absurdo o governo do Estado perder esses recursos por não ter planejamento adequado para atender às contrapartidas previstas em lei”, completou.

       Sobre a violência no Estado, o deputado lembrou que o número de fuzis apreendidos no Rio pelas polícias civil e militar nos oito primeiros meses deste ano supera em 75% o total encontrado de janeiro a agosto do ano passado: foram 198 fuzis apreendidos em 2016 e 347 em igual período deste ano.

       “Estamos falando apenas da apreensão de fuzis, sem contar pistolas e revólveres, responsáveis pela maior parte dos 70% de mortes intencionais causadas por armas de foto no Estado”, afirmou. Lembrando que a violência não é um problema exclusivo do Rio de Janeiro, já que dados do Fórum Nacional de Segurança Pública constatam 60 mil assassinatos por ano em todo o País, Marcelo Matos disse que a política de segurança pública está falida e que não é mais possível conviver com a violência: “O principal problema hoje no Rio é administrativo. Nossa política de segurança está ultrapassada e precisa se modernizar, adotar novas tecnologias para combater o crime organizado”, destacou.