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COLUNA: EFEITO BORBOLETA


6 de setembro de 2016 564 visitas

CORAÇÃO VALENTE

 

 

Escrever é meu ofício.

Ensinar é minha missão.

Calar é meu não.

Começo fazendo essa reflexão para externar minha decepção, também minha indignação e por que não, minha admiração?

Pensei se escreveria ou não, mas decidi que por obrigação, compromisso com meu ofício, não seria agora que me furtaria a minha função.

Escrever neste momento é ensinar. Minha missão se faz premente nesta ocasião, de completo ocaso da nação. Brasileira, cheia de canção, mas também de difícil compreensão.

Não sou professor de História. Tenho a História no coração e o compromisso de desnudar a visão.

Combater a escravidão, seja ela de qualquer intenção, pois oprime o população.
31 de agosto de 2016 vai ficar para a História, que terá como função, jamais esconder os fatos de então.

Tome a posição política que decidir, nobre cidadão, mas jamais cairá na escuridão o que presenciamos diante da nossa visão… a democracia indo ao chão.

Onde estão as denúncias de roubo e corrupção? Elas tomavam conta da televisão. Lembram?

A torneira fechou e a Lava-Jato já limpou todo ladrão? Ou existem outros, escondidos lá no porão, onde não há interesse de lavar mais podridão?

Mas os fatos históricos também contarão a força estupenda de uma mulher de ação.

Coragem… Deixou de lição.

Não teve medo de vaias e nem de pressão.

Enfrentou seus algozes com firmeza e determinação.

Perdeu a nação, que representada por sujeitos sem dignidade, mas com o poder na mão, usurparam a escolha do cidadão, que fez sua opção na última eleição.

Se tiver noção, bravo cidadão, que foi para a rua gritar contra a corrupção, continue sua ação, para banir todo ladrão, porque não fazer isso agora, é lavar a mão e compactuar com o projeto de opressão.

Fora Temer, Alibabá, quanto a quantidade de ladrão é impossível contar.

Admirável Coragem… Mesmo seus inimigos, concordarão. Há muito já declinaram diante da sua imensidão.

Olho no olho, não poupou um só figurão.

Perseguida no passado triste da nação, foi tortuada, mas não olhou para o chão.

Não sucumbiu diante de militar com fuzil na mão, com certeza não temeria aos ratos de porão, que povoam os corredores e salas que abrigam poderosos de plantão, que covardes como são, tomam o poder que não lhes foi confiado não.

Dilma Vana Rousseff, presidente de direito da nação, escolhida democraticamente pela maioria da população.

Mulher de fibra.

Valente de Coração.

Concordem ou não, essa é minha opinião.

Não espero contestação.

Cada um que faça seu texto e demonstre sua posição.